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200 1  _aFlexiexistencialismo
       _bTexto policopiado
       _epela acção de progresso, da linguagem modernista à cosmogonia do pluralismo
       _fMário João Alves Chaves
       _g[orientado por] Maria Dulce Costa Loução
210    _aLisboa
       _c[s.n.]
       _d1998
215    _a167 f.
       _cil., color.
       _d30 cm
225 2  _aDissertações e teses Lusíada
       _iTeoria da arquitectura
300    _aContém bibliografia, f. 167
303    _aComposição do júri: Prof. Doutor António Jorge da Motta Veiga (Presidente); Prof. Doutor Arqto. Nuno Santos Pinheiro (Coordenador do Mestrado); Professora Doutora Arqta. Maria Dulce Loução (Orientadora); Professor Doutor Arqto. Rui Duarte (Arguente); Prof. Arqto. Victor Consiglieri
328    _aDissertação de mestrado em Teoria da Arquitectura, orientada pela Professora Doutora Arqta. Maria Dulce Loução, Universidade Lusíada de Lisboa, 1998
330    _aSumário:
1. Movimento Perpéctuo - A legitimidade da linguagem modernista, f. 30
2. Lógica de limite - Da linguagem de boas intenções ao pluralismo, f. 64
3. O pluralismo na sociedade de informação - A cosmogonia de novas formas e linguagens, f. 92
4. Frank O. Ghery - American Center  Guggenheim Museum, f. 119
5. Conclusão, f. 152
330    _aPreconizado o entendimento dos pressupostos da sucessão da Sociedade Industrial à Sociedade da Informação, a transição ocorre no pensamento e formação da Arquitectura, na aceitação cosmogénica do Pluralismo das novas Linguagens. O reconhecimento da entropia e do acaso, do indeterminismo e da irreversibilidade, da geometria topológica e dos sistemas fractais (reconhecidos 70 anos antes, mas inaceitáveis pelo determinismo), são a matéria primeva das formas emergentes, no seu Flexiexistencialismo para com as exigências da Arquitectura na Sociedade de Informação.
O fracasso da expressão do Modernismo Tardio e do High-Tech, comprometidos com o arcaismo de sociedades em transição, manifesta-se a impossibilidade da adequação dos seus principios rígidos academistas e económicos à sociedade da Pós-Modernidade preconizada por Baudrillard, bem como a emanação da busca incessante da Desconstrução, também praticada por Derrida, e numa atitude Lyotardiana de recusa de submissão às línguagens ideológicas. O fim da história do império do ferro, surge na realidade Flexiexistencialista, que, pelo Pluralismo, produz informação e conhecimento.
Na emergência de poderosas instituições da Sociedade de Informação, exigirem a constituição de uma nova expressão oficial a partir de todas as possibilidades do Pluralismo - Desconstrução, Fragmentação, Pós-Construtivismo, Platicismo e outros - pode permitir-se a reflexão e a especulação sobre as premissas e princípios activos que potencializaram este estádio da Arquitectura de certeza na incerteza. A análise da produção de um dos seus principais mentores, Frank Gehry, permite também o pressuposto do reconhecimento do Flexiexistencialismo como a estratégia válida de acção da Arquitectura na Sociedade de Informação. (Mário João Alves Chaves)
330    _aResumo:
A ruptura assumida do Modernismo para com o Academismo e Ecletismo das Beaux-Arts pelas vanguardas, apoiou-se na acção e demonstração do reconhecimento da realidade quântica que, contrária ao determinismo e estética de todos os -ismos da Modernidade, não podia legitimar a produção artística corrente.
As ideologias emergentes do capitalismo e do socialismo, foram consequentes à probabilidade de desagregação, pelo indeterminismo, da ordem perpétua de Progresso, obrigando a linguagem Modernista e o Abstracionismo a assumirem-se como expressão oficial dos poderes instituídos. O arranha-céus foi uma forma expoente, afirmação poderosa da indústria e ideologia, apoiada no Estruturalismo e no Positivismo.
A demonstração científica do modelo da Linguagem Modernista ao conceito de Progresso, nomeadamente por Bruno Zévi, preconizou a criação de uma imagem simbólica, nomeada que foi de modelos adequados a conteúdos programáticos, exigentes de forma e função. Perpetuando-se a tratadistica da linguagem última do estilo que inicialmente se recusou a ser, a linguagem Modernista foi a Babel que, consequênciou o Pluralismo da Sociedade de Informação.
O Pós-Modernismo, que soube aproveitar os sistemas estruturais da Linguagem Modernista, preencheu a carência da exuberância figurativa ausente das formas arquitectónicas, recorrendo a imagens de tradição historicista codificada, num mundo igualitário e normalizado, por uma perda de confiança na ideia de Progresso e no desgosto no Zeigeist. Num misto de complacência demagógica para com a derrocada das ideologias, aproveitou a integração definitiva da cultura de consumo preconzada pela Art-Pop na cultura arquitectónicas. Mas veio apenas a constituir-se como a última das variantes da linguagem Modernista ao representar a ruptura com a crença nas verdades universais.
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       _aMário João Alves Chaves ; [orientado por Maria Dulce Costa Loução]
       _cLisboa : [s.n.]
       _d1998
       _p1 cassete vídeo(VHS) (ca. 60 min.) : color., son.
       _tFlexiexistencialismo [Registo vídeo] : pela acção de progresso, da linguagem modernista à cosmogonia do pluralismo
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