| Item type | Location | Collection | Call Number | Vol Info | Status | Date Due |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografia - acesso local | Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão | 72.01 CHA3 (Browse Shelf) | Empréstimo local | |||
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão | 72.01 CHA3 E2 (Browse Shelf) | E2 | Available | ||
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão | 72.01 CHA3 E3 (Browse Shelf) | E3 | Available | ||
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | Universidade Lusíada Editora | 72.01 CHA3 FV (Browse Shelf) | E1 | Empréstimo local | |
| Monografia | Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto | Universidade Lusíada Editora | 72.01 CHA3 E2 (Browse Shelf) | E2 | Available | |
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA9040.C53 2020-279182/I (Browse Shelf) | Empréstimo local | |||
| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA9040.C53 2020-279182/II (Browse Shelf) | Available |
Resumo:
A "Sociedade Flexiexistencialista" é o paradoxo da sociedade determinista e o paradigma da capacidade de adaptação, moldável na circunstância e capaz na complexidade dos seus sistemas. Num tempo totalmente focado na ciência e na técnica, pelo conhecimento, é necessário haver visões transversais, em sabedoria, que possam abranger todas as situações sociais, possam abranger todas as situações sociais, culturais, académicas, políticas, económicas, religiosas, científicas, técnicas, filosóficas, linguísticas, que, por se interligarem entre si, exigem a capacidade de concatenação por parte dos intervenientes.
Os arquitetos possuem essa capacidade de arquitetar formas e sistemas, de conceber abstratamente os "links de ligação" entre todas as partes da sociedade, de serem agentes culturais de sabedoria e técnicos em conhecimento, no modo de entendimento e na forma de sistematização das diferentes componentes que se proporcionam à civilização.
Na "Sociedade Flexiexistencialista", continuadamente plástica, elástica e com um grau de dureza intrinsecamente adaptável às circunstâncias de extraordinária capacidade de mutação e evolução, os arquitetos são "Flexiexistencialistas", quais cavalos de Tróia, por saberem infiltrar-se, moldar-se e adaptar-se à sociedade que os forma e consubstancia, mas também porque estes podem ser os líderes do fomento da interação entre todos os agentes sociais, quais agentes de um sentido de reserva para com a formalidade; os arquitetos podem ser os gestores das complexidades que surgem com cada evento, por cada um deles acontecer numa circunstância social que deve ocorrer numa singularidade construível, a que o arquiteto dá forma, substância e contexto. Porque há Arquitetura em tudo o que há, somos todos "Flexiexistencialistas", nesta inteira Tróia que recebe diferentes e distintos cavalos, que se infiltram, insinuam, imiscuem, fingem ser outros e baralham e desconexam. Porque os "Flexiexistencialistas" são entes complexos que descomplicam, que obrigam à qualificação e capacitação do "Mundo" que os acolhe. (Mário Chaves)
There are no comments for this item.