Your cart is empty.

Cavalo de Tróia : primeiro infiltra-se, entranha-se depois, nunca se estranha [Texto impresso] / coordenação [de] Mário Chaves

Secondary Author: Chaves Mário João Alves, 1965- Publication: Lisboa : Universidade Lusíada, 2020 Description: 259 p. : il., p&b ; 24 cmISBN: 9789896402297Topical name: Planeamento Urbano - Século 20 | Teoria da arquitectura | Planeamento Urbano - Filosofia CDU: 72.01CBC: NA9040.C53 2020 Online Resources: Capa
Tags from this library:
No tags from this library for this title.
Log in to add tags.
Item type Location Collection Call Number Vol Info Status Date Due
Monografia - acesso local Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão 72.01 CHA3 (Browse Shelf) Empréstimo local
Monografia Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão 72.01 CHA3 E2 (Browse Shelf) E2 Available
Monografia Biblioteca da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão 72.01 CHA3 E3 (Browse Shelf) E3 Available
Monografia Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto Universidade Lusíada Editora 72.01 CHA3 FV (Browse Shelf) E1 Empréstimo local
Monografia Biblioteca da Universidade Lusíada do Porto Universidade Lusíada Editora 72.01 CHA3 E2 (Browse Shelf) E2 Available
Monografia Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa NA9040.C53 2020-279182/I (Browse Shelf) Empréstimo local
Monografia Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa NA9040.C53 2020-279182/II (Browse Shelf) Available

Resumo:
A "Sociedade Flexiexistencialista" é o paradoxo da sociedade determinista e o paradigma da capacidade de adaptação, moldável na circunstância e capaz na complexidade dos seus sistemas. Num tempo totalmente focado na ciência e na técnica, pelo conhecimento, é necessário haver visões transversais, em sabedoria, que possam abranger todas as situações sociais, possam abranger todas as situações sociais, culturais, académicas, políticas, económicas, religiosas, científicas, técnicas, filosóficas, linguísticas, que, por se interligarem entre si, exigem a capacidade de concatenação por parte dos intervenientes.
Os arquitetos possuem essa capacidade de arquitetar formas e sistemas, de conceber abstratamente os "links de ligação" entre todas as partes da sociedade, de serem agentes culturais de sabedoria e técnicos em conhecimento, no modo de entendimento e na forma de sistematização das diferentes componentes que se proporcionam à civilização.
Na "Sociedade Flexiexistencialista", continuadamente plástica, elástica e com um grau de dureza intrinsecamente adaptável às circunstâncias de extraordinária capacidade de mutação e evolução, os arquitetos são "Flexiexistencialistas", quais cavalos de Tróia, por saberem infiltrar-se, moldar-se e adaptar-se à sociedade que os forma e consubstancia, mas também porque estes podem ser os líderes do fomento da interação entre todos os agentes sociais, quais agentes de um sentido de reserva para com a formalidade; os arquitetos podem ser os gestores das complexidades que surgem com cada evento, por cada um deles acontecer numa circunstância social que deve ocorrer numa singularidade construível, a que o arquiteto dá forma, substância e contexto. Porque há Arquitetura em tudo o que há, somos todos "Flexiexistencialistas", nesta inteira Tróia que recebe diferentes e distintos cavalos, que se infiltram, insinuam, imiscuem, fingem ser outros e baralham e desconexam. Porque os "Flexiexistencialistas" são entes complexos que descomplicam, que obrigam à qualificação e capacitação do "Mundo" que os acolhe. (Mário Chaves)

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.
Fundação Minerva - Cultura - Ensino e Investigação Científica / Universidades Lusíada, 2004-2017
Serviços de Informação, Documentação e Internet
Rua da Junqueira, 188-198 | 1349-001 Lisboa | Tel. +351 213 611 560 | Fax +351 213 638 307 | E-mail: base.lusiada@lis.ulusiada.pt | skype | chat
Languages: English | Português