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Ut architectura poesis : como mereologia arquitectónica [Texto policopiado] / Emanuel Joaquim Tareco Duarte Ferreira ; [orientado por] Mário João Alves Chaves

Main Author: Ferreira, Emanuel Joaquim Tareco Duarte, 1982- Secondary Author: Chaves, Mário João Alves, 1965- Corporate Author (Secondary): Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes Publication: Lisboa : [s.n.], 2018 Description: [21], 250 p. : il., color. ; 30 cmSeries: Dissertações e teses Lusíada. Arquitectura Personal name: Platão, ca. 427-347 a.C. - - Crítica e interpretação Corporate name: Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes - Teses Topical name: Arquitectura - - Filosofia | Arquitectura helenística | Arquitectura e Literatura Form or physical characteristic: Teses - - Portugal - - Lisboa CBC: NA2500.F47 2018Online Resources: Capa | Newsletter da ULL | RUL - Texto integral
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Tese/dissertação Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa Dissertações e Teses Lusíada NA2500.F47 2018-275272 (Browse Shelf) Empréstimo local

Exame público realizado em 5 de Abril de 2019

Composição do júri:
- Prof. Doutor Horácio Manuel Pereira Bonifácio (Presidente);
- Prof. Doutor Arqt. Mário João Alves Chaves (Orientador);
- Prof.ª Doutora Arqt.ª Maria Luísa Alves de Paiva Meneses de Sequeira (Arguente).

Contém bibliografia, p. 226-250

Sumário:
1. Introdução, p. 22
2. Do templo para o poético, p. 29
3. Do poético para o arquitectónico, p. 56
4. O poético, o corpo e o eusinóptico, p. 82
5. Tecedura poética de Píndaro e o arquitectónico clássico, p. 145
6. Heródoto prosa contínua e o templo Cefalópode, p. 175
7. Conclusão, p. 205

Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2018

Resumo:
O périplo de qualquer exegese assenta primeiramente na existência de uma perplexidade, interpelando-nos no caminho do esclarecimento de um tal hermetismo. A obscuridade, subjacente à presente dissertação, assentou na esquiva epígrafe da unidade arquitectónica, ou melhor, na sucinta cristalização daquilo que subjaz a concepção ocidental da unidade arquitectónica, já atonada ao tempo de Vitrúvio. Essa onde as ordens se associavam à beleza, força e sabedoria. Como tal, a compreensão da unicidade tem que acessar a particularidade da arquitectura, onde a reflexão da mesma não se compendie à mera eloquência idiossincrática ou a um sistema de signos regido por preceitos, mas antes à essência, aquilo que substância a unidade do edifício como arquitectura. O escrutínio meteorológico do arquitectónico, em particular o Helénico em diferenciação com o Egípcio será aproximado via uma Ut architectura poesis. A preceptística platónica, mas em particular a Aristotélica, com as suas ínsitas características dimensionais, num primeiro momento não só facultam esclarecimento da natureza de uma determinada ideação de compleição arquitectónica com a sua adução, como num extracto mais hermético as suas dimensões dinâmicas e temporais cristalizam de igual modo o arquitectónico como uma interraticulação de temporalidades, uma alojada outra alojadora. Tal enleamento faculta a ideação que determinadas concepções arquitectónicas têm como arrima corpos temporais particulares. A poesia lírica de Píndaro e a prosa contínua de Heródoto fornecerão exemplos de urdiduras literárias que se posicionam como correlatos poéticos, poesia aqui como condição geral da literacidade, de concepções díspares de essência e unidade arquitectónica, uma o templo zoológico eusinóptico vertebrado Helénico e a outra o templo cefalópode egípcio. (Emanuel Joaquim Tareco Duarte Ferreira)

Abstract:
The path of any exegesis rests first on the existence of a perplexity, questioning us in the way of the clarification of such hermeticism. The dimness underlying this dissertation rested on the elusive epigraph of architectural unity, or rather the succinct crystallization of what underlies the Western conception of architectural unity, already bloomed by the time of Vitruvius. That time, were the orders were associated with beauty, strength and wisdom. As such the understanding of oneness must address the particularity of architecture, where the reflection of it is not to be equated with mere idiosyncratic eloquence or with a system of signs ruled by precepts, but rather with the essence, which peremptorily substantiates the unity of the building as architecture. The mereological scrutiny of the architectural, in particular the Hellenic in differentiation with the Egyptian will be approached via a Ut architecture poesis. The Platonic preceptistic, but in particular de Aristotelian one, with their innate dimensional characteristics, at first not only provide clarification of the nature of a certain architectural complexion with its set up, but in more hermetic layer its dynamic and temporal dimensions crystallize in a similar way the architectonic as an interraticulation of temporalities, namely a “housed” and a “housing”. Such ensemble allows the ideation that certain architectural conceptions have their own particular temporal bodies. The lyric poetry of Pindar and the continuous prose of Herodotus will provide examples of literary compositions that position themselves as poetic correlates, poetry here as a general condition of literacy, of dissimilar conceptions of essence and architectural unity, one related to the vertebrate zoological eusynoptic Hellenic temple, and the other the Egyptian cephalopod temple. (Emanuel Joaquim Tareco Duarte Ferreira)

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