| Item type | Location | Call Number | Status | Date Due |
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| Analítico | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | HJ2313.Q48 2018-272636 (Browse Shelf) | Empréstimo local |
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| HJ2313.P57 2013-261339Segurança e protecção da confiança legítima do contribuinte | HJ2313.P57 2013-261341A segurança e confiança legítima do contribuinte no direito internacional fiscal | HJ2313.Q48 2018Evasão fiscal internacional | HJ2313.Q48 2018-272636Tributação directa ou tributação indirecta | HJ2313.Q48 2018-272636A erosão das bases tributáveis | HJ2313.Q48 2018-272636Contributo para uma visão mais humanizada do fisco |
Resumo:
O texto aprecia algumas proposições correntes sobre a estrutura fiscal dos países industrializados, em especial o peso relativo dos impostos directos e dos impostos indirectos (tax mix) e a sua evolução ao longo do tempo. Verificando-se hoje tendência para estabilizar a importância relativa da tributação do rendimento e da tributação do consumo, ao contrário da previsão anterior do declínio da tributação do consumo, o artigo analisa as implicações
desta estabilização em matéria de equidade, ou seja, de distribuição vertical dos encargos fiscais. Nem a tributação directa, do rendimento pessoal, é hoje tão progressiva e justa como se julgava e pretendia que fosse, devido à natureza dual dos impostos de rendimento pessoal, nem a tributação do consumo, quer geral (IVA) quer especial, terão efeitos regressivos tão acentuados como frequentemente se supõe, se tivermos em conta que ela oferece menos oportunidades de evasão e de planeamento fiscal. A conclusão vai no sentido que a tributação directa (tributação do rendimento pessoal) e a tributação indirecta (tributação do consumo) corrigem-se mutuamente e continuam a ser peças essenciais dos sistemas tributárias. (José Xavier de Basto)
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