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Devir-crítica e clínica em arquitectura [Texto policopiado] / Carlos Manuel Cunha Rosado ; [orientado por] Mário João Alves Chaves

Main Author: Rosado, Carlos Manuel Cunha, 1968- Secondary Author: Chaves, Mário João Alves, 1965- Corporate Author (Secondary): Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes Publication: Lisboa : [s.n.], 2014 Description: [9], 350 p. : il., p&b ; 30 cmSeries: Dissertações e teses Lusíada. ArquitecturaPersonal name: Kant, Immanuel, 1724-1804 - Crítica e Interpretação | Duchamp, Marcel, 1887-1968 - Crítica e Interpretação Corporate name: Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes - Teses Topical name: Serpentine Gallery Pavilion (Londres, Inglaterra) | Arquitectura - - Filosofia Form or physical characteristic: Teses - - Portugal - - Lisboa CBC: NA2500.R67 2014Online Resources: Capa | RUL - Texto integral | Newsletter da ULL
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Tese/dissertação Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa Dissertações e Teses Lusíada NA2500.R67 2014-260712 (Browse Shelf) Empréstimo local

Exame público realizado em 16 de Julho de 2014

Composição do júri:
- Prof. Doutor Arqt. Joaquim José Ferrão de Oliveira Braizinha (Presidente);
- Prof. Doutor Arqt. Mário João Alves Chaves (Orientador);
- Prof. Doutor Arqt. Rui Manuel Reis Alves (Arguente).

Contém bibliografia, p. 324-343

Sumário:
1. Introdução, p. 5
2. Devir-pensar, p. 13
3. Devir-entender, p. 78
4. Devir-questionar, p. 192
5. Devir-experimentar, p. 210
6. Devir-concluir, p. 286
7. Formação de um processo, p. 290

Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2014

Resumo:
A presente investigação tem como objectivo estudar o conhecimento do individuo na composição do pensamento arquitectónico pela apreciação intelectual crítica como um devir [pensar, questionar, entender e experimentar]. Para isso, é usado como impulso, metodologias próprias da filosofia e crítica cinematográfica no juízo da procura e na construção de questões e elaboração de respostas. Se por um lado pretendemos estudar o conhecimento pela idealização prosaica, sendo um entendimento do seu próprio género, sui generis, por outro, pela complexidade simultânea da efemeridade arquitectónica. Devir-pensar é condição no estudo da teorética Kantiana na idealidade projectual de uma arquitectura dita prosaica pela Crítica da Razão Pura, juízo estético e tese «De mundi sensibilis atque intelligibilis forma et principiis» apresentada em 1770 por Kant. No sentido de focar a investigação procuraram-se peças de arquitectura que durante a pesquisa se elegeram os exemplos da colecção de como objectos de análise numa iniciativa do arquitecto japonês Kenya Hara.
Em devir-entender como leitura transversal do estudo das ideias, quisemos como pessoa neófita do pensamento de Christine Buci-Glucksmann fazer uma análise sobre produções efémeras com a questão: verdadeiro signo da sociedade, o efémero não se terá tornado uma nova modalidade do tempo na época da mundialização? Nesse sentido, o ponto para onde convergem as nossas estratégias é a conquista do pensamento pela análise do conceito e a processabilidade do seu conhecimento, enquanto objecto cultural do grande público e no entendimento de como poderão essas peças competir com obras como o Tempietto de São Pedro de Montório de Bramante, a Villa Almerico Capra detta "La Rotonda" de Andrea Palladio, a Villa Savoye de Le Corbusier, o Pavilhão de Barcelona de Mies e a Glass House de Philip Cortelyou Johnson. Como variável a esta disputa, quisemos introduzir o sítio associado ao conceito serpentiano pelos jardins pitorescos de Kensington, estudando a desconstrução do pensamento tschumiano na idealização do conceito enquanto espaço urbano que reformulou ideias e conceitos na exploração do tema évènement pela promoção cultural e a noção de mouvement enquanto actividade dinâmica. Dentro deste universo arquitectónico entre um devir-pensar e um devir-entender, procurámos conhecer o entendimento das ideias na composição do efémero como crítica comparativa às duas intervenções do arquitecto japonês Sou Fujimoto pelas suas peças de colecção da e da colecção de .
Por último, a lógica do fenómeno da reencarnação do efémero estudado em pela política do número de interpretações que o artefacto é sujeito pelo mundo da cultura contemporânea como um readymade de Marcel Duchamp. Sobre este autor, houve a intenção de metamorfosear os seus porquês em devir-questionar como uma construção clínica do pensamento no conteúdo empírico de imaginar e perceber o significado de se ser um indivíduo.
Finalmente, em devir-experimentar, a experiência de experimentar como uma mise en scène, uma linguagem técnica do cinema, a experiência acumulada ao longo dos últimos anos no papel de professor, ensaísta e agitador, casos discutíveis como o de uma coluna vertebral da nossa consciência, subordinada à sociedade do mundo cultural e consequentemente o da arquitectura. (Carlos Manuel Cunha Rosado)

Abstract:
The following investigation aims at studying the knowledge of the individual in the composition of the architectural thought using a critical intellectual appreciation as a becoming [thinking, questioning, understanding and experimenting]. In order to achieve this result, specific methodologies of philosophy and film criticism are used as drive in the reasoning of research as well as in the construction of questions and elaboration of responses. We intend to study knowledge through prosaic idealisation, a sui generis understanding of its own, as well as through the simultaneous complexity of the architectural ephemeral character. Becoming–thinking is a condition in Kant’s theorisation for the project idealisation of an architecture seen as prosaic by the Critique of Pure Reason the aesthetic judgment and thesis in «De mundi sensibilis atque intelligibilis forma et principiis» presented by Kant in 1770. In order to focus on the research, the pieces of architecture that were sought during the research were examples from the collection of as objects of analysis in an initiative by the Japanese architect Kenya Hara. In becoming–understanding as a transverse reading of the study of ideas, and being a neophyte of Christine Buci-Glucksmann’s thought, we intended to analyse the ephemeral productions with the query: as a real sign of society, has the ephemeral not become a new category of time in the globalization era? Thus, the converging point of our strategies is not only the conquest of thought by analysing the concept but also the processability of its knowledge, as a cultural object of the general public, and the understanding of how these pieces can compete with works such as San Pietro in Montorio’ Tempietto by Bramante, the Villa Almerico Capra Detta "La Rotonda" by Andrea Palladio, the Villa Savoye by Le Corbusier, the Barcelona Pavilion by Mies and the Glass House by Philip Cortelyou Johnson.
To add a variable to the dispute, we introduced the site associated to the concept in the picturesque Kensington gardens, studying the deconstruction of tschumian thought in the idealisation of the concept as an urban space which reformulated ideas and concepts in the exploration of the évènement theme for the cultural promotion and the notion of mouvement as a dynamic activity. In view of this architectural universe between a becoming-thinking and a becoming-understanding, we tried to reach the understanding of the ideas in the composition of the ephemeral as a comparative criticism of two interventions by the Japanese architect Sou Fujimoto through his pieces form the and < Architecture For Dogs> collections.
Lastly, the logic underlying the phenomenon of reincarnation of the ephemeral studied in by the number of interpretations the artefact is subject to by the world of contemporary culture like a Marcel Duchamp’s readymade. My study of this author intents to metamorphose his whys into becoming-questioning as a clinical construction of thought in the empirical content of imagining and realising the significance of being an individual.
Finally, the becoming-experimenting process - the experience of experimenting as a mise en scène, a technical language of film, the experience of recent years in the role of a teacher, essayist and agitator, disputable cases as a backbone of our consciousness, subject to the cultural society and hence the world of architecture. (Carlos Manuel Cunha Rosado)

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