| Item type | Location | Collection | Call Number | Status | Date Due |
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| Registo vídeo | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | VID206092 (Browse Shelf) | Empréstimo local | ||
| Tese/dissertação | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | Dissertações e Teses Lusíada | NA9053.W38 R35 2009-206741 (Browse Shelf) | Empréstimo local |
Exame público realizado em 26 de Fevereiro de 2010
Composição do júri: Prof. Doutor Arqt. Joaquim José Ferrão de Oliveira Braizinha (Presidente); Prof. Doutor Arqt. Alberto Cruz Reaes Pinto (Orientador); Mestre Arqt. José Maria de Brito Tavares Assis e Santos (Assistente de Orientação); Prof. Doutor Arqt. José Justino de Matos Barros Gomes (Arguente)
Contém bibliografia, f. 125-126
Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, orientada pelo Prof. Doutor Arqt. Alberto Cruz Reaes Pinto e pelo Mestre Arqt. José Maria de Brito Tavares Assis e Santos, Universidade Lusíada de Lisboa, 2009
Sumário:
1. Introdução histórica da cidade de Amesterdão e sua zona portuária, f. 10
1.1. Breve introdução histórica da zona portuária de Amesterdão, f. 11
1.2. Pertinência das quatro "Ilhas", f. 13
1.3. Declínio da Zona Oriental do porto de Amesterdão (Eastern Harbour District), f. 18
2. O planeamento urbano do Eastern Harbour District, f. 20
2.1. Planeamento urbano do Eastern Harbour District, f. 21
2.2. Estrutura, f. 33
2.3. As "ilhas", f. 46
2.3. 1 Abbatoir, Veemarkt e o Enterpot-West, f. 46
2.3.2. KNSM, f. 52
2.3.3. Java, f. 60
2.3.4. Borneo Sporenburg, f. 67
2.3.5. Rietlanden, f. 77
2.3.6. Oostelijke Handelskade, f. 82
3. Porto de Lisboa, f. 87
3.1. Breve introdução histórica da zona portuária de Lisboa (factores históricos importantes no aparecimento e desenvolvimento do porto de Lisboa) , f. 87
3.2. Porto de Lisboa, f. 93
4. Hotel** no Cais da Rocha do Conde de Ã?bidos, f. 109
4.1. Lugar, Cais da Rocha do Conde de Ã?bidos, f. 110
4.2. Hotel, Cais da Rocha do Conde de Ã?bidos, f. 113
Abstract:
Lisbon is facing away from the river and through the construction of a hotel on the waterfront and port of Lisbon can conduct a study regarding the possibility to return the Tagus river to Lisbon.
Amsterdam is a good example, the rehabilitation of a port zone waterfront in an urban area could return that part of the river to the city and at the same time pushing the limits of the city that ended exactly where the port zone began obviously.
The vastness of the area occupied by the rehabilitation, obviously, had to rely on an urban strategy that rise some reference buildings that dot the landscape and feature the remainder of the buildings lower.
In Lisbon, the aim is similar, return the waterfront to the city. Despite not having the advantage of vacant lots and other conditions more favorable like give the award 20 years earlier from a wide range of port by the organization which operated, as in Amsterdam.
Not having so many advantages at the outset, the idea went through contaminating go with the construction of buildings that would make references in the spaces that APL was leaving expectant, empty, which makes the rehabilitation of the waterfront more gradual.
The two star hotel would be the slogan for the urban revolution that area of town. (Hugo André Quinta Rosa Rainho)
Resumo:
Lisboa está de costas voltadas para o rio Tejo e a aposta na construção de um hotel na zona ribeirinha e portuária de Lisboa poderia afirmar-se como uma forma de devolver o Tejo aos lisboetas.
Amesterdão é um bom exemplo, a reabilitação de uma zona portuária numa zona urbana residencial pôde devolver aquela parte do rio à cidade e, ao mesmo tempo, estender os limites da cidade que acabava exactamente onde começava a zona portuária.
A grande extensão de área ocupada pela reabilitação teve que contar obviamente com uma estratégia urbana em que se erguem alguns edifícios referência que pontuam e caracterizam a paisagem sendo o resto das construções mais rasteiras.
Em Lisboa, o objectivo é semelhante: devolver a zona ribeirinha à cidade. Contudo, e apesar do objectivo ser um ponto comum, as diferenças prendem-se com o facto de não existirem terrenos verdadeiramente desocupados e outras situações mais favoráveis como o desistir da concessão 20 anos mais cedo de uma grande faixa de porto por parte da entidade que a explorava, como aconteceu em Amesterdão.
Por não ter tantas vantagens à partida, a ideia passava por ir contaminando com a construção de edifícios que se iriam tornar referências nos espaços que a APL ia deixando expectantes, vazios, o que torna a reabilitação da zona ribeirinha mais gradual.
O Hotel** seria o mote para a revolução urbana da zona da cidade em questão. (Hugo André Quinta Rosa Rainho)
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