| Item type | Location | Call Number | Status | Date Due |
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| Monografia | Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa | NA2765.C68 1977-16389 (Browse Shelf) | Available |
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| NA2765.A43 2010-214491A cor no espaço arquitectónico | NA2765.B48 1978-98218Lo spazio architettonico da Roma a Bisanzio | NA2765.C37 2011-219907O ar como matéria | NA2765.C68 1977-16389O espaço da arquitectura | NA2765.C78 2008-200446Construção do espaço pela subtracção da matéria | NA2765.G5414 2004-203097Espace, temps, architecture |
Sumário:
I. Representação e realidade, p. 1
1. A plástica da arquitetura, p. 1
2. A autonomia do gênero artístico, p. 3
3. O método estético, p. 5
4. Os valores de cada matéria, p. 7
5. Os valores de escultura, p. 8
6. A composição da crítica, p. 10
7. A acidentalidade da arte, p. 11
8. A intuição artística, p. 13
9. A lógica inteira, p. 15
10. A contribuição artística da natureza, p. 17
11. A confecção escultórica e o espectador, p. 19
12. A autonomia de cada obra de arte arquitetônica, p. 21
13. A criação de lugares, p. 29
14. O tratamento do espaço real, p. 33
15. A fronteira estética, p. 38
16. O múltiplo e o uno, p. 45
17. Ser em outrem, p. 51
18. A participação na arquitetura, p. 54
19. Intuição e estilo, p. 55
20. A participação no estilo, p. 64
21. A autoria dispersa, p. 70
22. Temporalidade e intemporalidade, p. 74
23. O espaço temporâneo, p. 78
24. A temperatura do espaço, p. 80
25. O sentido da ambiência, p. 82
II. Espacialidade permanente, p. 89
1. A obra de arte e a biografia do autor, p. 89
2. Intuição filosófica e intuição artística, p. 94
3. A ideação ubíqua, p. 107
4. O retorno ao passado, p. 123
5. A divulgação do espaço, p. 137
6. A visualização do espaço, p. 156
III. A criatividade arquitetural, p. 167
1. A lei da arquitetura, p. 167
2. Teatralidade real e liturgia, p. 178
3. Inconsutilidade e criação, p. 194
4. A transparência do vão, p. 205
5. O lugar arquitetônico e o lugar externo, p. 210
6. A simbologia da arquitetura, p. 225
7. A pessoa arquitetural, p. 229
Resumo:
Não basta dizer que o fundamental da arquitetura reside no espaço interior. Ele não concorreria, em importância estética, com a parte de maciços, caso apenas lhe correspondesse, no plano teórico, essa verificação, aliás muito simples. Esta obra, filiando-se à nova conceituação da arquitetura, que deve ao arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright os mais fortes estímulos, todavia afasta-sc da habitual maneira de abordar-se o fenómeno do espaço interno. (Evaldo Coutinho)
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